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Não tenho do que reclamar este ano, no quesito barulheira. Fazia tempos que não ouvia discos tão fodas de grindcore/hardcore e coisas ensurdecedoras do gênero.
Napalm Death,
Agoraphobic Nosebleed,
Converge (estou esquecendo vários, claro...) Mas um disco que me deu vontade de escrever um post neste blog abandonado, foi o álbum auto-intitulado do Magrudergrind, que vem de Washington, DC, mesmo cenário que nos deu “bandinhas” como
Minor Threat,
Bad Brains,
Void, entre tantas outras. Conheci a banda na compilação
Sixty Two Trax of Thrash, e ouvi a banda em seus inúmeros compactos (com bandas como Sylvester Staline, Shitstorm, etc.), e no clássico
Rehashed. Mas falando do novo do trio (sim, é impressionante o que três caras fazem...), o álbum foi produzido pelo guitarrista do Converge, Kurt Ballou, e masterizado pelo mago do grind, Scott Hull (
Pig Destroyer,
Agoraphobic Nosebleed, etc.). Faixas como
The Protocols Of Anti-Sound,
Rejecting The Militant Promise,
Fools Of Contradiction,
Heretics são músicas (ou socos na cara?) que definem o grindcore, ou seja, rápido, suja, e pesado pra caralho. O CD inteiro vai neste ritimo, mas duas músicas se destacam pela diferença no som dos caras. A primeira é a faixa
Bridge Burner, um sludge arrastado, com um riff lindo de tão pesado, denso, que mostra o grupo inovando na sonoridade. Uma que pode chocar até os mais convencionais dos fãs da barulheira, é a faixa
Heavier Bombing, que mistura grind com rap (?), samplers da
The Wizard do Black Sabbath, e um fim meio macabro. Isso ai fãs da barulheira, quer ter uma prévia, dê uma escutada nas porradinhas logo abaixo:
Magrudergrind - The Protocols Of Anti-Sound
Magrudergrind - Bridge Burner
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